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Cerveja, risco para o meio ambiente?

Seja você é um mestre cervejeiro, ou simplesmente um grande apreciador da bebida, você tem contribuído para o desenvolvimento do Brasil. Somente em 2017 o número de pequenas cervejarias no Brasil passou de 493 para 679, o que nos coloca em terceiro lugar no ranking de produção de cerveja no mundo. Afinal, que brasileiro não gosta de uma boa cervejinha?

Mas, apesar de ser um ponto positivo para a economia do país, a cerveja também pode causar graves danos ao meio ambiente quando alguns cuidados não são tomados durante sua produção. Assim como qualquer processo industrial, a fabricação de cerveja origina resíduos que podem causar danos à natureza.

As pequenas e médias cervejarias gastam cerca de 5 litros de água para a produção de cada litro de cerveja. Essa água é utilizada para lavar garrafas, nas dornas de fermentação, do bolo das centrífugas e das descargas das máquinas de pasteurização. Pode-se esperar também que no efluente haja restos de papel dos rótulos das garrafas, amido, fermento decantado ou centrifugado e uma pequena quantidade de cerveja, proveniente dos restos de fermento e da quebra de garrafas durante a pasteurização. Por serem ricos em proteínas que se decompõe rapidamente, o efluente é caracterizado pelo forte odor.

Devido a elevada carga orgânica e elevado grau de complexidade da composição dos efluentes gerados no processo, torna-se necessário um tratamento eficiente, demandando uma combinação de processos para que a remoção dos poluentes seja efetiva e atenda aos padrões de descarte.

Por isso, a fim de maximizar a eficiência e minimizar os custos de operação, garantindo segurança, nós desenvolvemos um meio para que as cervejarias de pequeno e médio porte também possam realizar o processo de tratamento de seus efluentes, sem necessitar de grandes áreas para instalação, ou investimentos de valores absurdos.

A ETE compacta com sistema de flotação, que tem como princípio a separação de partículas sólidas e líquida por meio da formação de microbolhas de ar, que aderem às partículas sólidas levando-as a flotar até a superfície formando uma camada de lodo que será retirada através de concha coletora.

 

Por se tratar de uma estação compacta, apresenta inúmeras vantagens, como espaço de instalação reduzido, baixo consumo de energia, menor geração de lodo, e alto rendimento na remoção de carga orgânica, óleos, graxas e sólidos suspensos.

Tratar os efluentes na própria indústria é uma forma de promover ações de responsabilidade ambiental.

E você, já pensou em reutilizar a água do seu processo diminuindo o consumo e desperdício de água potável?

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